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Quarta, 23 Setembro 2015 20:27

Rossetto recebe manifesto do Interconselhos em defesa da democracia

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O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Miguel Rosseto, recebeu um manifesto do Interconselhos em defesa da democracia, na terça-feira (22.09), em reunião com representantes dos Conselhos Nacionais de Saúde, Cidades, Segurança Alimentar, Direitos Humanos e Assistência Social, no Palácio do Planalto, em Brasília.

 

Para Maria do Socorro Souza, presidenta do Conselho Nacional de Saúde, o manifesto representa uma articulação do controle social em favor da democracia e da participação efetiva da sociedade. “Devemos fazer das conferências Estaduais um ato político, chamando para a importância de se garantir esses espaços. O Brasil tem uma trajetória de participação e vamos manter isso”, diz.

 

O ministro Miguel Rossetto afirmou que a articulação entre os conselhos é importante e reforça o interesse da militância brasileira. “O poder de convocatória que o manifesto tem com a sociedade civil é muito importante”, diz. O ministro também falou sobre a ferramenta digital de participação Dialoga Brasil, um espaço virtual, voltado para dar voz à sociedade para debater políticas públicas, em diversas áreas.

 

Rossetto apresentou também as discussões sobre o PPA, o ministro afirmou que o balanço é positivo e agora o momento é qualificar o processo de acompanhamento na Câmara. “Movimentamos mais de 700 pessoas, em diversas capitais do País, o PPA incorporou eixos estratégicos importantes para a participação social”, diz.

 

Os representantes dos conselhos vão trabalhar a redação final do manifesto, que deve ser entregue a presidenta Dilma Rousseff, em um grande ato pela defesa da democracia, marcado para dezembro deste ano.

 

A representante do Consea, Ana Flávia, acredita que o documento precisa de um tempo para ser legitimado pelos conselhos. “Vivemos um momento de crise e temos considerações sobre esta carta, por exemplo, o ajuste fiscal, que deve ser cobrado do capital, das grandes fortunas, não pode ferir os direitos já alcançados e isso deve estar explícito no manifesto”, diz.

 

Fonte: CNS
Publicado em 23/09/2015