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MG: Sindicato dos hospitais nega acordo e farmacêuticos vão ao dissídio coletivo

Fenafar e Sindicato em ação

A reunião de mediação dos farmacêuticos hospitalares nesta segunda-feira, 06/02, na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de Minas Gerais (SRTE) terminou mais uma vez sem acordo por causa do descaso do Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Casas de Saúde do Estado de Minas Gerais – Sindhomg que obrigou a categoria a ir para dissídio coletivo. O dissídio coletivo é instaurado quando não há acordo entre trabalhadores e empregadores e a categoria profissional ingressam com ação na Justiça do Trabalho.

 

O impasse está sendo conduzido pelo Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de Minas Gerais - Sinfarmig desde a data-base da categoria 1º de junho de 2016. Foram feitas várias tentativas de diálogo com reuniões diretas com a entidade patronal, além de uma no Ministério Público do Trabalho e outras na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego.

O Sindhomg negou toda a contraproposta feita pelo Sinfarmig na reunião realizada no dia 26/01/17, que reivindicava reajuste salarial de 10% (sendo 5% aplicado a partir de 01/06/2016, complementado pela correção de mais 5% aplicada a partir de 01/01/2017). A entidade patronal também recusou autorizar a prática da escala especial de plantão 12x36 condicionada à implantação, a partir de 01/01/2017, do Piso Salarial de R$ 3.800,00 para jornada semanal de 40 horas.

A entidade patronal ofereceu somente o reajuste de 5% parcelado em quatro vezes. O Sinfarmig considerou um absurdo já que a inflação do período de junho de 2015 a maio de 2016 foi de 9,49%.

A decisão agora está nas mãos da Justiça do Trabalho e o Sinfarmig espera que seja garantida uma Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) mais digna para os farmacêuticos hospitalares.

Fonte:Sinfarmig
Publicado em 09/02/2017

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