; Movimento Social

A Frente Brasil Popular lançou uma nota de convocação aos movimentos populares de todo o país para o ato #OcupeBrasília que vai protestar diante do Congresso Nacional contra a proposta de reforma da Previdência (PEC 287/16) e o projeto de reforma trabalhista (PLC 38/2017).

 

O ato é organizado pelo conjutno das centrais sindicais em parceria com os movimentos sociais representados pela Frente Brasil Popular. Confira a nota abaixo:

"A batalha em defesa da aposentadoria e contra a reforma da previdência entra em fase decisiva na Câmara dos Deputados, principalmente entre os dias 22 e 24 de maio.

É preciso aumentar a pressão em torno dos deputados e deputadas no próximo período e mobilizar todos e todas para ocupar Brasília no dia 24, data de votação da proposta no plenário da Câmara.

Além disso, é fundamental que os comitês da Frente Brasil Popular se engajem na construção das agendas de agitação e propaganda, na construção de paralisações e mobilizações também nos Estados.

A maioria da população brasileira está contra as reformas da previdência e trabalhista e é essencial que possamos mostrar que a proposta representa grave retrocesso aos direitos das trabalhadoras e dos trabalhadores arduamente conquistados.

Vamos ocupar Brasília, as ruas, as redes e fazer atividades, panfletagens e mobilizar o povo brasileiro para juntos e juntas barrar essas maldades contra a classe trabalhadora.

Só será possível vencer esse governo com a garra e a coragem do povo."

Fonte:CTB
Publicado em 16/05/2017

Como agenda do “Maio de Lutas”, a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) convoca classe trabalhadora para vigília, no Anexo 2 da Câmara dos Deputados, às 10h, no dia 17 de maio. De acordo com Adilson Araújo, "o corpo a corpo junto aos parlamentares, somando com a ampla agenda entre os dias 15 e 19, será fundamental para pressionar ainda mais os parlamentares a votarem contra a PEC 287, que acaba com a Previdência Social pública".

Maio de lutas: lideranças das centrais definem ações para barrar reformas

O dirigente também sinalizou que a Central está empenhada em mobilizar toda a sua base para a grande marcha unitária das centrais que ocorrerá, em Brasília, no dia 24 de maio. "O dia 28 de abril já entrou para história e o maio de lutas será construído com ainda mais energia. A marcha do dia 24 será mais um marco nesta intensa luta em defesa dos direitos", afirmou Adilson.

E completou: "A luta em Brasília será decisiva, seja pela ameaça de votação na Câmara da PEC 287, que pode ir à plenário ainda em maio, seja pela tramitação da reforma Trabalhista que está no Senado e que já sinaliza calendário até o segundo semestre legislativo. De modo que uma nova greve geral não está descartada, pelo contrário. Resistir a todo custo contra os ataques aos direitos sociais e trabalhistas é e será nossa palavra de ordem".

Serviço

09 de maio - Terça-feira

Brasília

10h - na Sede da CUT/DF -reunião das centrais sindicais para organizar a agenda de atuação no Congresso.

18h - Reunião com o Senador Ricardo Ferraço.

São Paulo

14h30 - no Dieese em São Paulo, reunião do setor de organização e de imprensa para preparar a Marcha de Brasília do dia 24 de maio.

16 de maio - Terça-feira

Corpo a corpo nos aeroportos e reuniões com os deputados e senadores nos Estados.

17 de maio - Quarta-feira

#OcupeBrasília, lideranças das centrais sindicais visitam parlamentares e líderes partidários no Congresso. Vamos montar nesse dia a TENDA DA RESISTÊNCIA. Pedimos às entidades que possam deslocar quadros dirigentes para reforçar a vigília.

24 de maio - Quarta-feira

MARCHA NACIONAL DIA 24 DE MAIO contra o desmonte da Previdência e em defesa dos direitos da classe trabalhadora.

Mais informações

Adilson Araújo - presidente da CTB – (11) 97475-2068

Raimunda Gomes – Secretária de Comunicação da CTB – (11) 99676-8644

Joanne Mota - Assessoria de Imprensa e Comunicação da Presidência da CTB – (11) 984429245

Fonte: CTB
Publicado em 09/05/2017

Nesta segunda-feira, 1º de maio, a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) a CUT e a Intersindical ocuparam a avenida Paulista, apesar dos esforços contrários empreendido pelo prefeito João Dória Jr., e realizou uma grande celebração da luta pelo trabalho digno e contra a precarização provocada pelas reformas proposta pelo governo Michel Temer.

 

A concentração começou às 11 horas na praça Oswaldo Cruz, início da avenida Paulista, e seguiu até a praça dos Ciclistas, na esquina da rua da Consolação, onde foi realizada uma entrevista coletiva com os dirigentes das centrais sindicais que organizam o ato (além da CTB, a CUT e a Intersindical), e depois, um ato político com participação de lideranças sindicais e dos movimentos sociais, representados pela Frente Brasil Popular e Povo Sem Medo.

O presidente da CTB, Adilson Araújo, lembrou no início do ato um pouco da história do 1º de Maio, que nasceu em 1886, protagonizado por mais de 500 mil trabalhadores de Chicago (EUA), que realizaram uma greve geral no país, traçando uma nova trajetória de luta na defesa dos direitos da classe trabalhadora.

"A classe trabalhadora sabe da importância da luta por seus direitos consagrados na CLT e reforçados na Constituição Cidadã de 1988. Nesse momento em que o governo ilegítimo de Temer, instalado por um golpe, se volta contra os interesses da classe trabalhadora é fundamental que ela tome as ruas e levante a bandeira da democracia e do estado democrático de direito", afirmou Adilson (assista ao vídeo abaixo).

Em todo o Brasil, as centrais sindicais ralizaram atos neste 1º de Maio, que foi chamado de 1º de Maio da Resistência contra as reformas trabalhista e previdenciária do governo Michel Temer. 

Fonte: CTB
Publicado em 02/05/2017

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