Em artigo publico no jornal O Estado de S.Paulo, nesta terça (21/07), o cientista político Alexandre Barros faz apologia do fim da regulamentação de todas as profissões. Entre as citadas, o autor do artigo ataca os farmacêuticos, chamando a categoria de inútil. A presidente da Fenafar, Célia Chaves, repudiou o ataque e enviou, ao jornal, um artigo para ser publicado no mesmo espaço, contraponto os argumentos apresentados.
O artigo, assinado por Alexandre Barros, PhD pela Universidade de Chicago - berço do liberalismo - defende que a regulamentação das profissões não traz nenhum benefício para a sociedade, pelo contrário, apenas aumento o preços dos serviços que utilizam esses profissionais.
Barros lança a bandeira de acabar com a regulamentação de todas as profissões, citando os médicos, advogados, engenheiros, arquitetos e os farmacêuticos. Neste último caso, usa de ofensas para desqualificar os profissionais farmacêuticos, dizendo que estes são inuteis e só estão presentes nas indústrias, laboratórios e farmácias por terem conquistado essa presença mediante pressão feita sobre o Congresso Nacional.
Para a presidente da Fenafar, o autor do artigo no mínimo desconhece as atribuições do farmacêutico ou então está sendo leviano. Alexandre Barros desqualifica todas as profissões, entre as quais a nossa, numa argumentação rasa e desconectada com a realidade em que vivemos, onde a especialização e a responsabilidade profissional devem existir para garantir a oferta de serviços de qualidade à população, afirma Célia Chaves.
A resposta elaborada pela presidente da Federação e enviada ao jornal O Estado de S.Paulo está sob a avaliação editorial daquele veículo, para ser publicada na seção Espaço Aberto, a mesma que concedeu espaço a Alexandre Barros.
Em breve leia, no portal da Fenafar, a integra do artigo assinado por Célia Chaves.