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07/12/09 |
A reunião do conselho de representantes da Fenafar discutiu, neste domingo, a adesão da Fenafar na campanha contra a aprovação do Ato Médico. A ideia é mobilizar a categoria para evitar um “retrocesso que se propõe na discussão de saúde do país, uma vez que já tínhamos avançado nas ações intersetoriais da saúde. Da maneira como está, o Ato Médico é uma tentativa de centralizar as ações de saúde no médico”, alertou o vice-presidente da Fenafar, Rilke Novato.
A presidente da Fenafar, Célia Chaves, ressaltou que a posição da categoria não pode se reduzir a questão possibilidade do farmacêutico atuar na citopatologia. “Temos que garantir sim a atuação do profissional farmacêutico nesta área, mas o principal motivo que nos coloca contra o Ato Médico é o espírito da lei, que coloca o médico como chefe, como centro do trabalho na área da saúde e as outras categorias são colocadas como outras. Somos todos profissionais de saúde, são 14 categorias profissionais, que merecem respeito e têm responsabilidades e direitos iguais aos médicos nas ações de saúde. Essa é a luta maior que temos que encampar, além das questões pontuais”.
A Fenafar está orientando os farmacêuticos a participarem ativamente deste debate. O Senado Federal disponibilizou em sua página uma enquête para saber se as pessoas são a favor ou contra o projeto do Ato Médico. Para votar clique aqui, ou acesso o site da Agência Senado - www.senado.gov.br/agencia.
“Precisamos tentar unir as demais categorias de saúde nessa luta, procurar o diálogo com outras entidades para atuar em conjunto na discussão de que saúde queremos em nosso país”, disse Célia. |