Há 100 anos, a feminista Clara Zetkin propôs, durante a 2ª Conferência Internacional das Mulheres Socialistas, realizada em Copenhague, na Dinamarca, a criação de um Dia Internacional da Mulher.Desde então, todos os anos as mulheres realizaram atividades de luta pela conquista de direitos e ao longo da história o dia 8 de março se consolidou como dia de comemoração e luta.Assista ao video com a mensagem da Diretora de Mulheres da Fenafar.
As mulheres têm obtido ao longo destes 100 anos muitas conquistas. Ocuparam espaços no mercado de trabalho, o direito a votarem e serem votadas. Avançaram os direitos como a licença-maternidade e medidas mais efetivas para coibir a violência contra a mulher. Passaram o ocupar espaços públicos, em cargos de destaque.
Mas, ainda há muito a ser conquistado. As mulheres ainda recebem menores salários que os homens para exercer as mesmas funções, há ocupações que ainda são tidas como eminentemente masculinas, elas ainda sofrem com a dupla jornada e com a discriminação em várias esferes da vida.
A luta das mulheres por mais direitos é uma luta cotidiana. Mas lembrá-la com comemorações e homenagens em todo o mundo no Dia Internacional da Mulher é um momento importante de reforçar as reivindicações e dar mais visibilidade a essa luta que está interligada com a luta por uma sociedade sem discrminação e com igualdade de direitos para todos.
Assista a mensagem da Diretora de Mulheres da Fenafar, Lia Rech, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher.
Há décadas nos acostumamos às notícias sobre o caos na saúde pública. A imagem que vigora é a de que o Sistema Único de Saúde (SUS) não funciona e seus usuários estão em risco quando precisam de atendimento. Não é o que mostra recente pesquisa do Ipea que, em 2010, ouviu usuários em todos os Estados, constatando que 45% a 48% deles estão satisfeitos com o SUS. E mais: há soluções inovadoras nos municípios, cuja gestão elege a saúde como prioridade.