Ainda restam algumas dúvidas, entre profissionais de saúde e gestores, em relação ao perfil dos trabalhadores de unidades de saúde que devem receber a vacina contra influenza H1N1 nesta etapa da campanha, que começou em 8 de março e vai até o dia 19 de março.
Por isso, o Ministério da Saúde volta a esclarecer o critério definido em conjunto com as secretarias estaduais e municipais de saúde, bem como com entidades médicas e sociedades científicas.
O objetivo da vacinação desses profissionais é garantir a continuidade do atendimento dos pacientes infectados pela gripe e evitar agravamento da doença e a ocorrência de óbitos.
Por isso, todos os profissionais da saúde que atendem esses pacientes (médicos e enfermeiros de pronto-socorros públicos ou privados; clínicos gerais etc.) ou cuja interrupção do trabalho pode interferir neste atendimento (equipe de limpeza das emergências; recepção; motoristas de ambulâncias, por exemplo) devem ser vacinados.
Já os funcionários envolvidos em atividades distintas do atendimento a essa doença não precisam ser vacinados nesta primeira etapa. Eles poderão ser vacinados em outras fases da campanha caso se enquadrem nos perfis de outros públicos-alvo (gestantes, população com doenças crônicas, população saudável de 20 a 39 anos e idosos a partir de 60 anos portadores de doenças).
Abaixo, a lista com os trabalhadores da área que devem receber a imunização.
DEVEM SE VACINAR:
Ø Médicos e outros profissionais que trabalham em ambulatórios de clínica médica, pediatria, obstetrícia, pneumologia e leitos de UTI de hospitais de emergência e hospitais de referência para influenza pandêmica;
Ø Médicos e outros profissionais de consultórios públicos e privados que tratam a gripe dos pacientes;
Ø Trabalhadores que atuam na atenção básica/ Estratégia Saúde da Família em atividades de vigilância ou manejo clinico de casos de gripe;
Ø Equipes de laboratório responsáveis pelo diagnóstico da doença;
Ø Profissionais que atuam na vigilância epidemiológica dos casos suspeitos;
Ø Profissionais que atuam no controle sanitário de viajantes nos postos de entrada dos portos, aeroportos e fronteiras na abordagem de pacientes com suspeita de gripe.
NÃO PRECISAM SE VACINAR
Ø Médicos de consultórios públicos e privados que atendem especialidades que não tratam diretamente da gripe;
Ø Profissionais que não exercem atividades essenciais para o manejo da pandemia