; Sindifars: Exigência para titulação mínima para o farmacêutico atuar nos serviços hospitalares: Avanço ou retrocesso? - Fenafar

Sindifars: Exigência para titulação mínima para o farmacêutico atuar nos serviços hospitalares: Avanço ou retrocesso?

Fenafar e Sindicato em ação
Tipo de Grafia

Em 2012, o Conselho Federal de Farmácia (CFF) publicou a Resolução 568 que regulamenta o exercício profissional nos serviços de atendimento pré-hospitalar, na farmácia hospitalar e em outros serviços de saúde, de natureza pública ou privada, transcorrendo todas as atribuições do farmacêutico que atuam na área hospitalar.

 

Dados de 2015, do CFF, indicam a existência de 6539 farmácias hospitalares e 195.022 farmacêuticos no país. E no Relatório do Perfil do Farmacêutico no Brasil, publicado neste mesmo ano, informa que 12% dos profissionais atuam na farmácia hospitalar, ou seja, em torno de 23000 profissionais.

Esta parcela da categoria terá que possuir uma titulação mínima para atuar nos serviços hospitalares, se for aprovado a minuta de alteração do artigo 2º da Resolução 568/12, que se encontra em consulta pública.

Sabe-se que desde a década de 50, as farmácias hospitalares passaram a se modernizar no Brasil, e com isto os farmacêuticos estão em constantes atualizações para atuarem com segurança e responsabilidade os seus afazeres em prol da segurança e qualidade de vida do paciente.

Porém, no nosso entendimento, passar exigir titulação mínima para a atuação do farmacêutico nos serviços de atendimento pré-hospitalar, farmácia hospitalar e outros serviços de saúde significa, no mínimo, realimentar a lógica mercadológica, incentivando mais empresas privadas oferecerem cursos de especialização e outros e exigindo do profissional desembolsar valores elevados e restringir o mercado de trabalho, excluindo farmacêuticos que tem a máxima competência para desenvolver suas atividades, bem como dificultando o funcionamento tradicional das farmácias hospitalares.

Por entendermos que este assunto é relevante, convidamos os farmacêuticos para manifestarem seu entendimento sobre o assunto, acessando a consulta pública pelo Link: https://goo.gl/BgccJX

Colega acesse a consulta pública e opine!

Fonte: Sindifars
Publicado em 23/11/2016

Artigos