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| Célia Chaves fala sobre Profissional Farmacêutico - Faculdade ASCES (167) Seg, 23/01/12 |
| Célia Chaves presidente da Fenafar, é homenageada pela ABF e CRF-RJ no dia 20 de Janeiro - Dia do Fa |
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| 04/11/08 | |
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ABF e CRF-RJ se unem para comemorar a data e o fortalecimento do âmbito profissional Para comemorar a passagem do Dia do Farmacêutico, em 20 de janeiro, a Associação Brasileira de Farmacêuticos (ABF) e o Conselho Regional de Farmácia do Estado do Rio de Janeiro (CRF-RJ), organizaram uma grande comemoração com um coquetel por adesão, uma rápida cerimônia de abertura, homenagens a colegas que dignificam a profissão, sorteio de brindes, lançamento do 5o Riopharma, um jantar e um show da banda Sigilo, que arrastou a todos para o salão. O evento - realizado na Casa Vila da Feira, na Tijuca (Rio de Janeiro), com a presença de cerca de 200 farmacêuticos e suas famílias - também serviu de espaço de confraternização e reencontro de colegas, além de comemorar os 61 anos da ABF. Ao abrir a solenidade, o Presidente da ABF, Jorge Cavalcanti de Oliveira, ressaltou "o momento de recuperação da nossa Associação no que diz respeito ao que ela representa para a história da profissão farmacêutica e o que certamente vai representar no futuro da profissão". Nós, farmacêuticos, já fomos agentes de intervenção direta do processo social brasileiro, no que diz respeito à qualidade de vida e de saúde da população. Perdemos parte importante deste papel durante alguns anos. Mas hoje estamos recuperando essa representatividade e importância frente à sociedade, governos e empresas. É um processo paulatino que requer a participação ativa de todos e para isso a ABF está aberta. Saiamos daqui felizes por sermos farmacêuticos e por podermos contar com instituições como a ABF e o CRF, disse Cavalcanti. Ele frisou, ainda, que "os farmacêuticos e a própria sociedade têm muito a comemorar, pois é um privilégio de poucos países no mundo poder contar com uma Associação como a ABF funcionando há 91 anos de forma ininterrupta". O Presidente do CRF-RJ, Carlos Santarém, disse que este momento é de festa e alegria pelo nosso dia, mas também de reconhecimento do esforço que vem sendo feito para um maior reconhecimento da profissão: Terminamos 2006 como os profissionais cujos graduandos têm maior chance de se colocarem no mercado de trabalho e de continuarem exercendo a profissão. Além disso, a sociedade e a própria mídia reconhecem o papel do farmacêutico nas diversas áreas de nossa atuação. Ele frisou, ainda, a importância dos farmacêuticos participarem das atividades da ABF e do CRF-RJ, "porque fortalecer nossas entidades é fortalecer a categoria". Evento também lança oficialmente o 5o Congresso Riopharma de Ciências Farmacêuticas Ao falar aos presentes, a Presidente do Congresso, Mirian Ribeiro Leite Moura (ex-presidente do CRF-RJ e atual Presidente da Comissão de Ética do Conselho) ressaltou a importância - que tem sido verificada nos quatro congressos já realizados - da participação de um grande número de farmacêuticos no evento. Ela explicou a magnitude e o significado do tema central do 5o Riopharma, "Humanização e Respeito à Vida": Este tema se insere no debate hoje travado em nível mundial em relação ao fenômeno da banalização da vida, seja na área da saúde, da segurança, da qualidade do meio ambiente em que vivemos e em todos os setores que impactam a vida humana. Segundo ela, "norteados por este tema central, vamos nos debruçar sobre as várias áreas onde a Farmácia e os profissionais farmacêuticos têm um papel a cumprir, analisando, debatendo e propondo ações e políticas que tragam um impacto positivo à qualidade de vida das populações". O Vice-Presidente da Comissão Organizadora, Jorge Cavalcanti, frisou que os farmacêuticos não existem apenas para produzir laudos, zelar pela qualidade de medicamentos, prestar assistência farmacêutica nas farmácias e drogarias, mas também para propor soluções globais na direção da melhoria da qualidade de vida e de saúde da população: Nós somos filhos da dor. E o 5o Riopharma tem o objetivo de mostrar a nossa preocupação com o outro, com o nosso semelhante, aliás, como tem sido o nosso papel há mais de cinco mil anos. Mirian Ribeiro convidou todos a participar, inscrevendo trabalhos, informando os colegas e ajudando a fazer do 5o Riopharma o evento farmacêutico do ano. Porque o dia 20 de janeiro marca a história da profissão e da Farmácia Brasileira A cidade era a capital da República e numa representativa reunião convocada pelo farmacêutico Luiz Oswaldo de Carvalho e realizada no Salão Nobre do então Círculo Católico (localizado na Rua Rodrigo Silva, no Centro) - foi fundada a Associação Brasileira de Farmacêuticos, a ABF, cujo objetivo era ser uma instituição de âmbito nacional, de caráter científico-profissional, voltada para o desenvolvimento, a defesa, a assistência e a união da categoria farmacêutica. Em 1942, por sugestão do farmacêutico Otto Granado, passou-se a comemorar, no dia 20 de janeiro, não apenas a data de fundação da ABF, mas o próprio "Dia do Farmacêutico". Por isso, mais de uma vez você já deve ter ouvido que "a história da ABF se confunde com a história da Farmácia Brasileira e dos farmacêuticos". Desde 1916, a ABF é um patrimônio a ser sempre lembrado e reservado. Para citar apenas dois dos importantes fatos que marcam a Associação Brasileira de Farmacêuticos, há 91 anos ela publica, ininterruptamente, uma das mais antigas revistas científicas do País, a "Revista Brasileira de Farmácia", e em 1926 ela foi responsável pela aprovação e oficialização da primeira edição da Farmacopéia Brasileira, escrita pelo farmacêutico Rodolpho Albino Dias da Silva. Saiba mais: www.abf.org.br Os homenageados deste ano Célia Chaves Ela é Doutora em Farmacologia pela Universidade de São Paulo (USP), professora Adjunta da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ex-presidente do Conselho Regional de Farmácia do Rio Grande do Sul (CRF-RS), Conselheira Federal pelo Estado do Rio Grande do Sul e ex-presidente do Sindicato dos Farmacêuticos do Rio Grande do Sul. Além de continuar trabalhando na Universidade, a Professora Célia Chaves hoje é a Presidente da Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar). Ela agradeceu a homenagem do CRF-RJ e disse que "é uma grande honra vir ao Rio ser homenageada pelos colegas de um outro Estado", que têm "a felicidade de contar com um dos CRFs mais atuantes e respeitados do Brasil, do qual todos devem se orgulhar". Ela ressaltou o papel do Sindicato dos Farmacêuticos do Estado do Rio (Sinfaerj), cuja nova Diretoria foi recém-eleita, "na defesa da categoria e de uma verdadeira Assistência Farmacêutica para a população". Nuno Álvares Pereira Ele começa sua vida acadêmica como professor-assistente da cadeira de farmacologia e, depois, é professor titular por concurso na própria Unirio (1951 a 1979). Destaca-se no Laboratório Lutécia (1944 a 1969), trabalhando como farmacêutico responsável por 25 anos. Inicia a atividade de livre-docência e pesquisa em 1957, na UFRJ, onde ocupa a Direção do Instituto de Ciências Biomédicas (1977 a 1980) e a Direção da Faculdade de Farmácia (1982 a 1986). Exerce, ainda, vários cargos em Comissões e associações farmacêuticas e no CRF-RJ, onde é o segundo Presidente (1964), e posteriomente em 65, 66 e 95. Ajuda na criação do CFF e dos CRFs, sendo responsável pela compra da primeira sede do CRF-RJ. Ele preside a ABF duas vezes, sendo determinante para a continuidade da publicação da Revista Brasileira de Farmácia, revista científica publicada pela ABF ininterruptamente desde 1920. Antonio Carlos Morais Ele é Tecnologista-Senior e pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), possuindo vasta experiência em cargos de confiança na gestão da política pública de medicamentos. Entre as funções que já exerceu, destacam-se as de Membro do Comitê Gestor da Rede Brasileira de Produção Pública de Medicamentos, onde representou o Conass (Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde); o de Superintendente da Assistência Farmacêutica e o de Chefe da Assessoria Técnica, ambos na Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro (SES-RJ). Antonio Carlos Morais foi, também, Presidente do Conselho Regional de Farmácia do Estado do Rio de Janeiro (CRF-RJ) em 1992, coordenador do 1o Seminário sobre Política de Assistência Farmacêutica no Estado do Rio de Janeiro (realizado em 1997); e Membro da Comissão Organizadora da 1ª Conferência Nacional de Medicamentos e Assistência Farmacêutica. Hoje ele atua como Consultor de Gestão Tecnológica para reformulação da produção de medicamentos da empresa Celofarm. Por Álvaro Nascimento |
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| O SUS vai para sua casa |
Maria do Carmo Lara* Há décadas nos acostumamos às notícias sobre o caos na saúde pública. A imagem que vigora é a de que o Sistema Único de Saúde (SUS) não funciona e seus usuários estão em risco quando precisam de atendimento. Não é o que mostra recente pesquisa do Ipea que, em 2010, ouviu usuários em todos os Estados, constatando que 45% a 48% deles estão satisfeitos com o SUS. E mais: há soluções inovadoras nos municípios, cuja gestão elege a saúde como prioridade. |






