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Farmacêuticos apresentam ao CNS proposta de Diretrizes Curriculares para os cursos de Farmácia

Fenafar e Sindicato em ação

O Grupo de Trabalho da Comissão Intersetorial de Recursos Humanos e Relações de Trabalho (CIRHT) do Conselho Nacional de Saúde (CNS) fez no último dia 31 uma reunião para debater a proposta de Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de Farmácia.

 

Apresentada pelas entidades farmacêuticas – Associação Brasileira de Educação Farmacêutica (ABEF), Conselho Federal de Farmácia (CFF), Federação Nacional dos Farmacêuticos (FENAFAR) e pela Executiva Nacional dos Estudanes de Farmácia (Enefar)– a proposta é fruto de “uma série de debates construídos em fóruns estaduais e nacionais que envolveram toda a categoria farmacêutica”, destacou Dalmare Anderson Sá, diretor de Juventude e Direitos Humanos da Fenafar e representante da Associação Nacional de Pós-Graduandos no CNS.

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Silvana Leite, diretora de Educação da Fenafar, participou da reunião e ressalta que a iniciativa de o CNS em realizar esse debate “atende uma demanda histórica de educadores e profissionais que atuam em educação na área da Saúde para que o controle social do SUS tivesse uma interferência mais decisiva sobre a regulação e a oferta da Educação Superior na área da Saúde no Brasil”.

Aprovado em novembro de 2016, o GT é composto por representantes dos segmentos usuários, trabalhadores e gestores. A primeira reunião servirá como subsídio para elaboração de documento que expresse a posição do CNS na construção dessas diretrizes.

“A proposta que as entidades farmacêuticas levaram para o CNS foi ampla e democraticamente discutida com a categoria e, inclusive, já foi apresentada ao Conselho Nacional de Educação. Agora, com essa iniciativa o CNS, os farmacêuticos têm a oportunidade de discutir a sua proposta de diretrizes para os cursos de farmácia com a sociedade e com o Controle Social do SUS”, reitera Silvana.

O encontro contou com a participação de estudantes, representantes de sindicatos, associações, federações e conselhos estaduais e federais relacionados ao tema.

A diretora de Educação da Fenafar avalia que a discussão foi positiva. “Esta foi a primeira etapa do debate. Diversos olhares foram colocados sobre a proposta que os farmacêuticos apresentam, algumas contribuições interessantes foram pontuadas e que serão debatidas no plenário do CNS, com a participação das instituições farmacêuticas e com a participação do Conselho Federal de Farmácia, da Fenafar da Enefar”.

Da redação
Publicado em 07/01/2017

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