; - Fenafar

Sidebar

20
Qua, Nov
20 Novos artigos

Senhoras e Senhores delegados e convidados. Ao convocarmos este 7º Congresso da Federação Nacional dos Farmacêuticos, definimos que o tema central dos debates que seriam realizados previamente, nos Estados, e também agora na etapa nacional seria “Valorizar o Trabalho do Farmacêutico contribui para a Saúde e o Desenvolvimento do Brasil”.

 


 

Para nós, que sempre lutamos para que o Brasil construísse um sistema de saúde pública de qualidade, o debate do papel do farmacêutico e a luta para que a sociedade nos reconheça como profissional de saúde estão indissociavelmente ligados a toda e qualquer iniciativa para valorizar o nosso trabalho.

 

Estamos cientes de que, num mundo marcado por uma profunda crise econômica, é tarefa de primeira grandeza para o movimento sindical colocar no foco de todo debate político, econômico e social a centralidade do trabalho como fator preponderante para impulsionar o crescimento, dinamizar a economia e reduzir as desigualdades ou, pelo menos, evitar seu aprofundamento.

 

Nos momentos de crise, os grandes conglomerados econômicos e os países mais ricos fazem de tudo para reduzir seus prejuízos. E como na natureza nada se cria, tudo se transforma, eles promovem seus pacotes de maldades para transformar as suas dívidas privadas em dívidas públicas, para transferir suas perdas para os trabalhadores, iniciando um círculo viciado que gera mais crise e maior desigualdade.

 

O Brasil, que desde 2003 vive uma nova etapa política – com forças sociais comprometidas com o desenvolvimento, com a soberania nacional e a geração de emprego e renda para a população – precisa ser ousado para impedir que esta crise contamine nossa economia.

 

Ousado para fazer grandes investimentos na indústria nacional, para prover de recursos os serviços públicos essenciais como a Saúde e a Educação e ter olhos cravados no futuro para garantir que nossa nação cresça em sintonia com a modernidade.

 

Nós, farmacêuticos, nos sentimos partícipes deste processo de mudanças que vive o nosso país. A Fenafar contribuiu amplamente com as discussões sobre os rumos que o Brasil precisaria trilhar para ter um novo projeto nacional de desenvolvimento, que rompesse com as amarras neoliberais dos anos 90.

 

Parte de nossas lutas mais emblemáticas tem relação com este debate. Posso citar, aqui, a luta contra a Lei de Patentes nos anos 90 e mais recentemente nossa luta contra o dispositivo das patentes pipeline. A luta em defesa do SUS e contra uma visão privatista da saúde e, nesse contexto, podemos situar a nossa campanha em defesa da farmácia como estabelecimento de saúde, que tem como um de seus eixos deixar de ver o medicamento como mera mercadoria ou a farmácia como uma loja de conveniência.

 

Nesta gestão da Fenafar, que se iniciou em agosto de 2009, tivemos a histórica eleição de uma mulher para presidir a nossa República e pudemos comemorar algumas iniciativas importantes do governo no campo da saúde e da assistência farmacêutica. Mas, também, lamentamos alguns retrocessos, como o retorno dos medicamentos isentos de prescrição às gôndolas, o que impacta negativamente na luta para que a população faça uso racional do medicamento.

 

Intensificamos nossas campanhas pela redução da jornada de trabalho para 30 horas semanais e pela aprovação de um piso salarial nacional para a nossa categoria. Essas são lutas fundamentais para termos maior valorização profissional.

 

Nós depositamos muitas expectativas nos debates que estão em curso em nosso Congresso. Compreendemos que é momento de definirmos estratégias de ações coletivas para alcançarmos essas conquistas. Precisamos de unidade entre sindicatos, federação, conselhos, estudantes, enfim, de todos os farmacêuticos para levarmos adiante estas lutas e colocá-las em outro patamar.

 

Desejamos um proveitoso congresso a todos!

Com uma mesa representativa composta por entidades do movimento farmacêutico, do movimento sindical, e de personalidades do Estado de Santa Catarina deu-se a abertura do 7º Congresso da Fenafar, do 5º Simpósio Nacional de Assistência Farmacêutica e do 3º Encontro Nacional dos Farmacêuticos no Controle Social da Saúde, na noite desta quinta-feira, 09 de agosto.


 

por Renata Mielli, de Florianópolis 

Presentes no evento delegações dos Sindicatos de Farmacêuticos do Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe. Além destas delegações, enviaram representação os sindicatos do Rio de Janeiro, Goiás, Roraima e Rio Grande do Norte e associações dos Farmacêuticos de Alagoas.

 

Entre os convidados para a abertura estiveram presentes o Conselho Federal de Farmácia, representado por seu presidente Walter da Silva Jorge João, Nivaldo Santana da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, Norberto Rech, gerente geral de medicamentos da Anvisa, representando também o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, Fernanda Mazzini, presidenta do Sindicato dos Farmacêuticos de Santa Catarina, Hortência Tierling, presidenta do Conselho Regional de Farmácia de Santa Catarina, a deputada estadual Angela Albino representando a Assembleia Legislativa, Jamil Assereuy Filho, pró-reitor de pesquisa da Universidade Federal de Santa Catarina, Murilo Celso de Campos Pinheiro, presidente da CNTU – Confederação Nacional dos Trabalhadores Liberais Universitários Regulamentados, Ademir Valério Silva, presidente da Associação Nacional dos Farmacêuticos Magistrais – Anfarmag e Eric de Castro Tobaruela, coordenador de comunicação da Enefar – Executiva Nacional dos Estudantes de Farmácia.

 

Ao fazerem sua saudação, os convidados ressaltaram o importante papel que a Fenafar têm cumprido no cenário político, lutando em defesa do SUS e defendendo a valorização da profissão farmacêutica.

 

“O Conselho Federal de Farmácia vê a Fenafar como uma entidade altamente consolidada, comprometida com o SUS e com os profissionais de Saúde, e nós estamos aqui para demonstrar esse reconhecimento”, ressaltou Walter Jorge João, presidente do CFF. Ele ressaltou que “a profissão farmacêutica tem pressa, por isso, precisamos da união de nossas entidades para alcançarmos conquistas para a nossa profissão”.

 

O presidente da CNTU lembrou as importantes contribuições que a Fenafar tem dado aos debates da Confederação e a construção dos seminários que culmiram na plataforma por Um Brasil Inteligente. “É um orgulho para nós ter a Fenafar no nosso quadro de filiadas”, afirmou Murilo.

O representante da Enefar destacou a necessidade de se aprofundarem, cada vez mais, os laços entre o movimento sindical e o movimento estudantil. Quebrando o protocolo, iniciou sua saudação perguntando quantos dos presentes tinham participado do movimento estudantil quando estavam na universidade. A maioria da plateia levantou a mão mostrando, como constatou em seguida Eric de Castro, “a importância do movimento estudantil de farámcia para a construção da profissão farmacêutica e na luta pela defesa da saúde”.

 

“Eu represento os colegas que acreditam no fabrico do medicamento pelo processo magistral, eu acredito que nós estamos construindo uma farmácia de fato, aonde o profissional sai satisfeito pro ter desenvolvido o seu trabalho de forma mais humana. Não tenho dúvida que o farmacêutico é imprescindível e que ele é o profissional de saúde mais disponível para a população. Por isso, espero dar a minha contribuição para que a sociedade reconheça o conteúdo do trabalho que nós desenvolvemos”, disse Ademir Valério, presidente da Anfarmag.

 

A deputada Angela Albino fez referência a presença majoritária de mulheres na mesa de abertura, saudando a luta das mulheres em defesa da Saúde e da profissão farmacêutica. O diretor da Anvisa, também representando o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, também ressaltou a presença feminina “essas mulheres estão nesta mesa porque contribuiram para a construção de um pensamento avançado sobre a saúde no Brasil”. Norberto Rech, que já presidiu a Fenafar, lembrou que os congressos da federação “não é só para a escolha de uma nova diretoria, mas um espaço para a articulação e elaboração de políticas para a nossa profissão. É no ambiente democrático da Fenafar que se construíram muitas das políticas de Assistência Farmacêutica em curso no nosso país”.

 

As duas anfitriãs do evento, Hortência Terling e Fernanda Mazzini destacaram a importância da realização do congresso da Fenafar em Santa Catarina e salientaram a necessidade de união dos sindicatos e de todas as entidades farmacêuticas na luta pela redução da jornada de trabalho e pelo piso salarial nacional.

 

A presidenta da Escola Nacional dos Farmacêuticos, Silvana Nair Leite, ressaltou a iniciativa em se realizar conjuntamente o Simpósio Nacional de Assistência Farmacêutica, o Encontro Nacional dos Farmacêuticos no Controle Social da Saúde e o Congresso da Fenafar. “Esses eventos conjuntos vem se constituindo num importante espaço de debate e elaboração de políticas”, afirmou. Ela chamou a atenção para a necessidade de “fazermos valer nossa participação no controle social para termos uma intervenção concreta na construção, execução e avaliação das políticas de saúde e é isso que estes eventos têm construído”, avaliou.

 

Encerrando a abertura do evento, a presidenta da Fenafar, Célia Chaves, disse que o tema deste 7º Congresso reflete a atuação dos farmacêuticos, que sempre lutaram para que “o Brasil construísse um sistema de saúde pública de qualidade”. Por isso, “o debate do papel do farmacêutico e a luta para que a sociedade nos reconheça como profissional de saúde estão indissociavelmente ligados a toda e qualquer iniciativa para valorizar o nosso trabalho”, afirmou.

Leia na íntegra o discurso da presidenta da Fenafar, Célia Chaves, na abertura do 7º Congresso.

Célia falou da crise econômica internacional e da necessidade de o governo adotar medidas ousadas para evitar que o país seja contaminado com a crise. “Estamos cientes de que, num mundo marcado por uma profunda crise econômica, é tarefa de primeira grandeza para o movimento sindical colocar no foco de todo debate político, econômico e social a centralidade do trabalho como fator preponderante para impulsionar o crescimento, dinamizar a economia e reduzir as desigualdades ou, pelo menos, evitar seu aprofundamento”.

 

A presidenta da Fenafar reafirmou o compromisso da entidade com a luta pela redução da jornada de trabalho, pela aprovação do piso salarial nacional e com a campanha para que a farmácia seja efetivamente transformada em um estabelecimento de saúde e, neste sentido, lamentou o retorno dos medicamentos isentos de prescrição para as gôndolas “o que impacta negativamente na luta para que a população faça um uso racional dos medicamentos”.

Ao final, desejou a todos um proveitoso congresso e também sublinhou que “é momento de definirmos estratégias de ações coletivas para alcançarmos essas conquistas. Precisamos de unidade entre sindicatos, federação, conselhos, estudantes, enfim, de todos os farmacêuticos para levarmos adiante estas lutas e colocá-las em outro patamar”.

Nesta quinta-feira, os farmacêuticos presentes ao 7º Congresso da Fenafar iniciaram os debates do evento discutindo a profunda crise financeira que atinge os países da Europa e seus impactos no Brasil.

 


 

por Renata Mielli, de Florianópolis 

 

O vice-presidente da CTB – Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, Nivaldo Santana, abriu sua participação alertando para a importância do movimento sindical compreender o contexto político internacional e nacional, e como os trabalhadores e trabalhadoras devem se posicionar neste cenário para contribuir com o avanço democrático, com a consolidação de direitos e avanço do desenvolvimento.

 

As 3 grandes crises

 

Nivaldo fez um resgate histórico das grandes crises do capitalismo. “A primeira, no início do Século XX, culminou na 1ª Guerra Mundial. A segunda foi marcada pela quebra da Bolsa de Nova Iorque em 1929 e, como a anterior, levou à 2ª Guerra Mundial, depois da qual o capitalismo se reestruturou. A crise atual, de acordo com a análise de economistas renomados mundialmente, tem sido considerada a 3ª grande crise do capitalismo. Ela teve inicio em 2007 – com a bolha imobiliária nos Estados Unidos – e foi agravada em 2008 com a quebra de bancos e seguradoras, se propagando por outros países da Europa e hoje atinge todo o mundo”.

 

Outra característica desta crise, destacada pelo dirigente da CTB, é que ela teve um impacto maior nos países centrais do capitalismo e um efeito menor nos países periféricos. “Nos vivemos um período de transição econômica, no qual a pujança econômica internacional tem se movimentado para as regiões asiáticas”, constatou.

 

Um terceiro fator que distingue o cenário atual é que houve uma estatização da crise. “Para salvar o setor privado em falência, o Estado injetou bilhões nos bancos e multinacionais, gerando um endividamento público que quebrou os Estados soberanos, como na Grécia, Espanha e outros, e que teve como consequência a redução de investimentos públicos em áreas sociais, desemprego e diminuição de direitos trabalhistas”, disse Nivaldo.

 

Como sair do buraco?

 

E o que tem sido feito para superar a crise? Ai, de acordo com Nivaldo, está outra parcela dos problemas que estão levando vários países para o buraco. Para o sindicalista, “quem conduz os processos de recuperação dessa crise são os mesmos setores econômicos e sociais que a causaram e, estas pessoas têm como ideário econômico a cartilha neoliberal. Daí, o “remédio” que eles têm dado para a crise é a “austeridade fiscal”, que além de não curar a doença a está agravando, porque o resultado dessa austeridade é mais demissão, arrocho salarial, retirada de direitos, desnacionalização da economia. Ou seja, um cardápio indigesto que está provocando um retrocesso sem precedentes na Europa”. E alertou: “está em curso na Europa um processo de desmonte do Estado de Bem-Estar Social”.

 

Então, as medidas que os grandes países capitalistas adotam são as três clássicas: os países ricos jogam a crise nas costas dos países mais pobres, jogam a crise nas costas dos trabalhadores – demitindo funcionários públicos, limitando o sistema previdenciário, arrochando salários – e a outra medida é a destruição de forças produtivas pela guerra. A guerra é um componente econômico do capitalismo para superar crises.

 

“Por isso, os trabalhadores em todos estes países têm ressaltado a necessidade de se construir uma agenda alternativa para superar a crise, que tenha no Estado um fator estragégico de indução de crescimento, com mais desenvolvimento econômico, distribuição de renda e redução de desigualdades e defendendo a soberania nacional.

 

Os impactos da crise no Brasil

 

O Brasil também está sofrendo com a crise. “Devemos ter um recuo do PIB neste ano, alguns economistas projetam algo em torno de 2%, apesar de estarmos vivendo uma alteração na política macroeconômica com redução na taxa de juros – que é uma das mais baixas do último período – o que amplia o crédito e estimula o setor produtivo” disse Nivaldo. Para ele, apesar das várias medidas positivas que têm sido adotadas pelo governo, elas “são insuficientes e não compõem uma estratégia global de desenvolvimento para o Brasil, embora os níveis de emprego e renda ainda se mantenham estáveis, de forma localizada já estamos vendo alguns problemas”, destacou.

 

Outra coisa que preocupa o sindicalista é a mudança do perfil da economia do Brasil. “Em 1980, a produção industrial do Brasil era maior que a da China, Coréia, Indonésia e Tailândia juntos. Hoje, perdemos terreno, porque temos vivido um processo de desendustrialização, de reprimarização da economia. Estamos exportando pouco valor agregado, nossa cesta de exportação é de produtos brutos, matérias-primas composta por commodities, o que cria uma vulnerabilidade estratégica. De outro lado, estamos importando produtos de maior valor agregado. Esse cenário gera uma distorção na economia”, explicou Nivaldo.

 

Mas, Nivaldo Santana acredita que o Brasil tem potencial para, a partir desta crise, engatar um processo de desenvolvimento e avanço, “a crise pode ser uma oportunidade para o país, para isso é preciso saber aproveitar as brechas, o que só pode ser feito com políticas firmes que revertam essa tendência à industrialização, que criem mais investimentos no mercado interno, ampliem a integração regional com países da América Latina. Isso só será alcançado se o país reunir uma maioria política que tenha a convicção de que o caminho para superar a crise é impulsionar o desenvolvimento com justiça social”.

 

Nesta quinta-feira, 09/08, começam os debates do 7º Congresso da Fenafar, do 5º Simpósio Nacional de Assistência Farmacêutica e do 3º Encontro Nacional dos Farmacêuticos no Controle Social da Saúde. Clique aqui para assistir ao vivo.

Veja a programação e se programe para acompanhar os debates. 

cartaz7

Veja a programação final do 7º Congresso da Fenafar, do 5º Simpósio Nacional de Assistência Farmacêutica e do 3º Encontro de Farmacêuticos no Controle Social da Saúde que acontecem em Florianópolis de 09 a 11 de agosto.

 


08/08/2012 – Quarta feira

 

16h às 22h – Credenciamento

 

Local: Centro de Convenções do SESC Cacupé – Florianópolis/SC

 

09/08/2012 – Quinta feira

 

8h às 12h – Credenciamento

 

8h às 9h – Abertura dos trabalhos e aprovação do Regimento Interno do 7º Congresso da Fenafar.

 

9h às 10h – Plenária Estatutária

 

10h às 13h – Mesa 1: A Crise do Capital e os impactos no mundo do Trabalho Debatedores:

 

Debatedores: Nivaldo Santana – Vice-Presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil - CTB e Luci Choinacki Deputada Federal (PT/SC)

Coordenação: Célia Chaves – Presidente da Fenafar

 

12h às 14h – Credenciamento dos Suplentes que assumirão a condição de delegados ao 7º Congresso da Fenafar

 

13h às 14h – Intervalo para Almoço

 

14h às 20h – Visitação aos pôsteres dos Trabalhos Científicos do 5º Simpósio Nacional de Assistência Farmacêutica

 

14h às 16h – Mesa 2: Farmacêutico: Trabalhador da Saúde. Os serviços farmacêuticos e a garantia do direito social à saúde

 

Debatedores: Célia Chaves - Presidente da Federação Nacional dos Farmacêuticos - Fenafar, Walter da Silva Jorge João – Presidente do Conselho Federal de Farmácia - CFF, Marco Aurélio Pereira - Coordenação Geral de Gestão – DAF/SCTIE/MS

 

Coordenação: Fernanda Mazzini – Presidente do Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de Santa Catarina – Sindfar/SC

 

16h às 16h30 – Intervalo para café

 

16h30 às 19h – Mesa 3: Política Nacional de Ciência e Tecnologia e Inovação de produtos e serviços em saúde e sua contribuição para o desenvolvimento do Brasil: papel das entidades farmacêuticas e do Controle Social

 

Debatedores: Profa. Suely Lins – Coordenadora da Pós Graduação Universidade Federal de Pernambuco - UFPE, Marco Aurélio Pereira – Coordenação Geral de Gestão – DAF/SCTIE/MS, Julieta Palmeira – Presidente BahiaFarma, Silvana Leite – Presidente da Escola Nacional dos Farmacêuticos

 

Coordenação: Margo Karnikowski – Diretora da Escola Nacional dos Farmacêuticos

 

20h30 – Cerimônia de Abertura do 7º Congresso da Fenafar, 5º Simpósio Nacional de Assistência Farmacêutica e 3º Encontro de Farmacêuticos nos Controle Social da Saúde

 

10/08/2012 – Sexta feira

 

9h às 20h – Visitação aos pôsteres dos Trabalhos Científicos do 5o Simpósio Nacional de Assistência Farmacêutica

 

9h às 12h – Mesa 4: A organização dos farmacêuticos, suas relações de trabalho no contexto do mercado brasileiro e do movimento sindical

 

Debatedores: Gilson Reis – Presidente da Central do trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil - CTB-MG, Jacy Afonso de Melo - Secretário de Organização da Central Única dos Trabalhadores – CUT, Ronald dos Santos - Diretor de Comunicação da Fenafar

 

Coordenação: Rilke Novato Públio – Vice Presidente da Fenafar

 

12h às 13h – Intervalo para almoço

 

13h às 16h – Mesa 5: Farmácia e democracia na contemporaneidade: desenvolvimento nacional, valorização do trabalho e participação popular

 

Debatedores: Dirceu Barbano – Presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA, Julia Roland – Diretora do Departamento de Apoio à Gestão Estratégica e Participativa – SGEP/MS, Jurema Werneck – Mesa Diretora do Conselho Nacional de Saúde, Matheus Felipe de Castro – Professor da UFSC e da UNESC

 

Coordenação: Lia Mello Rech – Diretora da Fenafar

 

16h às 16h30 – Intervalo para café

16h30 às 20h – Grupos de Trabalho

 

11/08/2012 – Sábado

 

9h às 17h - Plenária final 7º Congresso da Fenafar

 

9h às 12h - Eleição para a Diretoria, Conselho Fiscal e Suplentes – Triênio 2012/2015 e Indicação e apresentação do Conselho Consultivo da Fenafar

 

12h às 13h – Intervalo para almoço

 

13h às 17h – Plenária final e posse da Diretoria eleita para o triênio 2012/2015 e do Conselho Consultivo da Fenafar

 

22h – Festa de Encerramento e Posse da nova Diretoria da Fenafar

No dia 09 de agosto, às 20 horas, acontecerá a solenidade de abertura do 7º Congresso da Fenafar, do 5º Simpósio Nacional de Assistência Farmacêutica e do 3º Encontro dos Farmacêuticos no Controle Social da Saúde.

A solenidade, que acontecerá no auditório do Hotel Sesc Cacupé, contará com a representação de autoridades políticas nacionais da área da saúde, parlamentares, gestores públicos e dirigentes de diversas entidades do movimento social brasileiro.

A categoria farmacêutica preparou a participação de Santa Catarina no 7º Congresso da Fenafar durante assembleia no dia 29 de junho. O encontro teve participação de lideranças expressivas da base da categoria para debater e acolher contribuições para a tese “Valorizar o Trabalho do Farmacêutico contribui para a Saúde e o Desenvolvimento do Brasil”. O documento que contextualiza histórica, política e economicamente a luta farmacêutica, propõe estratégias para alcançar os objetivos da categoria.

 


 

As organizações sindicais de todos os estados que fazem parte da Fenafar aprofundam o texto da tese que será finalizado durante o 7º Congresso e que regerá a atuação da Federação Nacional dos Farmacêuticos pelos próximos três anos. Entre os temas destacados pelos catarinenses, o papel da Ciência & tecnologia, reforma tributária e a necessidade de democratização do acesso às novas tecnologias. Depois de sistematizadas, as propostas serão publicadas no site do SindFar.

 

Foram convidados para contribuir com o debate os farmacêuticos José Miguel do Nascimento Junior (diretor do SindFar, ex-presidente do CRF e atual chefe do Departamento de Assistência Farmacêutica do Ministério da Saúde); Norberto Rech (diretor do SindFar e atual assessor da presidência da Anvisa); Clair Castilhos (ex-diretora do SindFar) e Caroline Junckes (diretora do SindFar e diretora da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil - CTB). “Se hoje o SindFar existe, se podemos contar políticas e normas como a RDC 44 da Anvisa, o projeto Farmácia Popular e outras medidas de valorização do farmacêutico e da saúde pública, é porque temos estes expoentes catarinenses. É uma honra contar com a experiência e a participação destes colegas num debate que é decisivo para o futuro da nossa profissão”, disse a presidente Fernanda Mazzini.

 

O encontro elegeu quinze farmacêuticos para representar a categoria do estado no 7º Congresso. São eles:

 

Titulares

 

Elaine Cristina Huber

 

Luciane Pereira

 

Fernanda Manzini

 

Maike Lia Fadl de Kraussen

 

Rosana Isabel dos Santos

 

Isabel Arenas de Kami

 

Karina Luiza Luckmann

 

Cleidson Valgas

 

Indianara Reynaud Toreti Becker

 

Ronald Ferreira dos Santos

 

Caroline Junckes da Silva

 

Luiz Henrique Costa

 

Hortência Salett Muller Tierling

 

Paulo Roberto Boff

 

Suplentes

 

Clair Castilhos Coelho

 

Paola Di Bernardi

 

Fonte: Sindifar-SC 

Sábado, 12 Dezembro 2015 20:31

Piauí realiza curso de capacitação sindical

 

O Sindicato dos Farmacêuticos do Piauí realizou nos dias 22 e 23 de junho o Curso de Capacitação Sindical para Farmacêuticos, que aconteceu em Teresina-PI. Além de capacitar os dirigentes sindicais para o processo de negociação coletiva, potencializando a atuação do sindicato, o evento também debateu o caderno de Debates do 7º Congresso da Fenafar. O evento contou um a presença da presidente da Fenafar, Célia Chaves.

 


 

Na sexta-feira, o curso ofereceu uma Oficina de Negociação Coletiva, ministrada pela Profª. Celina Areas, e um debate sobre Unicidade Sindical e Fontes de Custeio que também teve a participação da Professora Celina e da presidente da Fenafar.

 

Ainda na sexta, foram discutidos os temas centrais do 7º Congresso da Fenafar e realizada a eleição dos delegados do estado do Piaui ao Congresso. 

No sábado a presidente da Fenafar e o coordenador adjunto do Centro de Estudos Sindicais - CES, Rogério Nunes de Carvalho ministraram uma aula sobre os Valores Democráticos e Direito de Greve. No período da tarde, foram discutidas as Práticas Antissindicais.

 

Ao final do curso, foi feita uma avaliação e um coquetel de encerramento. 

 

Da redação

O SindFar realiza assembleia para preparar a participação dos farmacêuticos catarinenses no 7º Congresso da Fenafar. O encontro acontece no dia 29 de junho, a partir das 14 horas no Hotel Baía Norte e contará com a participação de lideranças históricas da categoria. A assembleia vai discutir a tese do 7º Congresso, que acontece nos dias 9, 10 e 11 de agosto em Florianópolis, e também deve eleger os delegados que representarão os colegas.

 


 

Intitulada “Valorizar o Trabalho do Farmacêutico contribui para a Saúde e o Desenvolvimento do Brasil”, a tese será debatida em mesa redonda com a participação dos farmacêuticos José Miguel do Nascimento Junior (diretor do SindFar, ex-presidente do CRF e atual chefe do Departamento de Assistência Farmacêutica do Ministério da Saúde); Norberto Rech (diretor do SindFar e atual assessor da presidência da Anvisa); Clair Castilhos (ex-diretora do SindFar) e Caroline Junckes (diretora do SindFar e diretora da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil - CTB).

 

Dentre os temas contemplados pela tese estão a crise mundial e suas implicações no mundo do trabalho, o trabalho farmacêutico, a defesa da saúde pública e a estruturação da Política Nacional de Assistência Farmacêutica. Bandeiras de lutas dos farmacêuticos, como a valorização profissional através da aprovação dos projetos de lei que hoje tramitam nas casas legislativas, piso farmacêutico, jornada máxima de 30 horas, farmácia estabelecimento de saúde e ato médico, entre outros, também estão contempladas.

 

A presidente do SindFar, Fernanda Mazzini, alerta para a importância da participação da categoria. “Neste encontro, os farmacêuticos de SC poderão definir posicionamento a respeito dos grandes temas farmacêuticos e eleger os colegas que defenderão as nossas idéias na etapa nacional”, explica.

 

Fonte: Sindfar 

logo cor

Os sindicatos de farmacêuticos filiados à Fenafar estão debatendo com a categoria em seus estados o Caderno de Debates do 7º Congresso da Federação, cujo tema central é “Valorizar o Trabalho do Farmacêutico contribui para a Saúde e o Desenvolvimento do Brasil”.  Além do debate, as assembleias elegem os delegados que participarão do Congresso, que realizar-se-á nos dias 09, 10 e 11 de Agosto na cidade de Florianópolis –SC.

 


 

Os temas abordados são: a crise mundial e suas implicações no mundo do trabalho, o trabalho farmacêutico, a defesa da saúde pública e a estruturação da Política Nacional de Assistência Farmacêutica. Nestes temas, o destaque do debate tem sido as bandeiras de lutas dos farmacêuticos, como a valorização profissional através da aprovação dos projetos de lei que hoje tramitam nas casas legislativas, piso farmacêutico, jornada máxima de 30 horas, farmácia estabelecimento de saúde, ato médico, entre outros.

 

Concomitante ao congresso, irá ocorrer o 5º Simpósio Nacional de Assistência Farmacêutica e ao 3º Encontro de Farmacêuticos no Controle Social da Saúde, que nesta edição conta com a apresentação de trabalhos científicos, farmacêuticos e estudantes de todo país podem inscrever-se através do site: www.escoladosfarmaceuticos.org.br.

 

Os debates já ocorreram nos estados do Rio Grande de Sul, São Paulo, Bahia, Ceará e Pernambuco, Amazonas e Minas Gerais.

No mês de junho já estão marcados as assembleias nos estados de:

 

Paraíba – 08 de junho

 

Mato Grosso – 19 de junho

 

Piauí – 22 de junho

 

Santa Catarina – 29 de junho

 

Nos estados onde não há sindicatos filiados várias atividades também estão sendo realizadas, como o Fórum de Valorização do Trabalho Farmacêutico, realizado em São Luis - MA, que também terá uma versão em Natal – RN no dia 29 de Junho. Em 27 de julho será a vez de Belém do Pará. Em 14 de junho estaremos debatendo com os farmacêuticos de Roraima a Política Nacional de Resíduos Sólidos. E no dia 15 de junho, junto com os colegas de Alagoas, estaremos comemorando os 15 anos da Associação Farmacêutica de Alagoas- AFAL e debatendo os temas do congresso.

 

Fique atendo procure seu sindicato e siga o site da Fenafar e nossas mídias sócias para acompanhar esses debates.   

 

 
 
 
UA-480112034-1