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Sábado, 12 Dezembro 2015 20:24

Fenafar divulga programação do 7º Congresso

O evento que acontece nos dias 9, 10 e 11 de agosto, em Florianópolis, acontece simultaneamente ao V Simpósio de Assistência Farmacêutica e ao 3º Encontro dos Farmacêuticos no Controle Social promovidos pela Escola Nacional dos Farmacêuticos em parceria com a Federação, que também já têm programação definida.

 


 

Para mais informações sobre o V Simpósio e o 3º Encontro acesse o site da Escola Nacional.

 

Sob o tema Valorizar o trabalho do farmacêutico contribui para a saúde e o desenvolvimento do Brasil, os congressistas terão vários paineis, palestras e conferências sobre políticas de saúde, assistência farmacêutica, a situação do trabalho e a luta sindical, a conjuntura política nacional e internacional.

 

Programação

 

8 de agosto – Quarta feira

 

16h às 20h – Credenciamento 7º Congresso da Fenafar

 

9 de agosto – Quinta feira

 

8h às 12h – Credenciamento do 7º Congresso da Fenafar, 5º Simpósio Nacional de Assistência Farmacêutica e 3º Encontro dos Farmacêuticos no Controle Social da Saúde

 

9h às 10h – Aprovação do Regimento Interno do 7º Congresso da Fenafar

 

10h às 13h – Mesa Redonda – A crise do Capital e os impactos no mundo do trabalho

 

13h às14h – Intervalo almoço

 

14h às 20h - Visitação aos pôsteres dos Trabalhos Científicos do 5º Simpósio Nacional de Assistência Farmacêutica

 

14h às 16h – Mesa Redonda – Farmacêutico: trabalhador de saúde. Os serviços farmacêuticos e a garantia do direito social à saúde.

 

16h às 16h30 – Intervalo para o café

 

16h30h às 19h – Mesa Redonda – Política Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação de produtos e serviços em saúde e sua contribuição para o desenvolvimento do Brasil: papel das entidades farmacêuticas e do Controle Social

 

20h30 – Cerimônia de abertura do 5º Simpósio Nacional de Assistência Farmacêutica e 3º Encontro dos Farmacêuticos no Controle Social da Saúde

 

21h30 – Coquetel de Abertura

 

10 de agosto – Sexta Feira

 

9h às 20h – Visitação aos pôsteres dos Trabalhos Científicos do 5º Simpósio Nacional de Assistência Farmacêutica

 

9h às 13h – Mesa Redonda – A organização dos farmacêuticos, suas relações de trabalho no contexto do mercado brasileiro e do movimento sindical.

 

13h às 14h – Intervalo para almoço

 

14h às 16h – Mesa Redonda – Farmácia e democracia na contemporaneidade: desenvolvimento nacional, valorização do trabalho e participação popular.

 

16h às 16h30 – Intervalo para o café

 

16h30 às 20h- Grupos de discussão

 

11 de agosto – Sábado

 

9h às 12h – Plenária Final do 7º Congresso, Eleição da Diretoria da Fenafar – Triênio 2012/2015

 

12h às 13h – Intervalo almoço

 

13h às 17h – Plenária Final do 7º Congresso e Posse da Diretoria da Fenafar

 

20h – Jantar

 

22h – Festa de Posse da nova diretoria e encerramento dos Eventos

 

Como participar

 

Os critérios para a participação dos farmacêuticos no Congresso, bem como o calendário do mesmo foram aprovados durante reunião do Conselho de Representantes da Fenafar, realizada em novembro de 2011 na cidade de SP. Clique aqui para informações do calendário

 

Caderno de Debates

 

Para contribuir com os debates preparatórios para o Congresso da Fenafar,  que tem como foco as questões do trabalho do farmacêutico, com destaque para a luta pelas 30 horas e pelo piso salarial nacional, a Fenafar lançou um Caderno de Debates, com balanço da atual gestão, análise da conjuntura nacional e internacional, texto sobre a Saúde e Assistência Farmacêutica e uma análise dos desafios para os profissionais farmacêuticos, com destaque para a luta pela redução da jornada de trabalho e pelo piso salarial nacional.

 

Participe do Congresso, acompanhe mais informações no site da Fenafar.

 

Da Redação

Para contribuir com os debates preparatórios para o Congresso da Fenafar, diretoria divulga Caderno de Debates com balanço da atual gestão, análise da conjuntura nacional e internacional, texto sobre a Saúde e Assistência Farmacêutica e uma análise dos desafios para os profissionais farmacêuticos, com destaque para a luta pela redução da jornada de trabalho e pelo piso salarial nacional. 


Caderno de Debates 

Este ano o tema do congresso é Valorizar o profissional farmacêutico contribui para a saúde do Brasil. Para aprofundar esse tema, o foco do debate deve ser as questões do trabalho. A presidente da Fenafar, Célia Chaves, destaque que a luta pelas 30 horas e pelo piso salarial nacional estão entre as principais lutas da categoria, ao lado das questões que dizem respeito à saúde do trabalhador e da trabalhadora e das condições de trabalho para que o exercício da profissão possa ser feito com qualidade para o profissional.

Para participar do Congresso o farmacêutico deve participar da assembleia do sindicato que irá eleger os delegados que irão representar a categoria nos dias 9, 10 e 11 de agosto, em Florianópolis.  Clique para conhecer os critérios de participação no Congresso

Sábado, 12 Dezembro 2015 20:22

Materiais do 7º Congresso

logo-web
LOGOMARCA

cartaz
CARTAZ

logo cor

A capital de Santa Catarina vai receber nos dia 9, 10 e 11 de agosto de 2012 farmacêuticos de todo o Brasil para discutir o plano de ação da Fenafar para os próximos 3 anos e eleger uma nova diretoria para a entidade. Sob o tema Valorizar o trabalho do farmacêutico contribui para a saúde e o desenvolvimento do Brasil, os congressistas terão vários paineis, palestras e conferências sobre políticas de saúde, assistência farmacêutica, a situação do trabalho e a luta sindical, a conjuntura política nacional e internacional. Junto com o Congresso, acontecerá o 5º Simpósio de Assistência Farmacêutica realizado pela Escola Nacional dos Farmacêuticos em parceria com a Fenafar.


 Com apoio do Sinfar-SC, sindicato que já tem grande experiência na realização de grandes eventos como o Farmapólis, os farmacêuticos serão recebidos com grande hospitalidade por uma cidade que dispões de uma grande infraestrutura para o turismo e para eventos.

Os critérios para a participação dos farmacêuticos no Congresso, bem como o calendário do mesmo (veja abaixo) foram aprovados durante reunião do Conselho de Representantes da Fenafar, realizada em novembro de 2011 na cidade de SP.

Para acompanhar mais informações sobre o 7º Congresso da Fenafar e sobre o 5º Simpósio de Assistência Farmacêutica acesso a página da Fenafar www.fenafar.org.br e a página da Escola Nacional dos Farmacêuticos www.escoladosfarmaceuticos.org.br

Critérios de Participação do 7º Congresso da Fenafar

Da convocação das Assembléias:

1. A Fenafar deverá convocar os sindicatos para que convoquem as assembléias nos estados para escolha dos delegados participantes do 7º Congresso da Federação Nacional dos Farmacêuticos nos dias 9, 10 e 11 de agosto de 2012.

2. As Assembléias para escolha dos delegados deverão ser convocadas pelos sindicatos filiados, conforme seus estatutos, em conjunto com a Fenafar, através de edital publicado em jornal de circulação em âmbito estadual com o objetivo de discutir os temas e eleger os delegados ao Congresso, no prazo de 1º de abril a 30 de junho de 2012. A Fenafar orienta seus sindicatos para publicar o edital com no mínimo 7 (sete) dias de antecedência da realização da(s) assembléia(s).

3. Onde o sindicato filiado não encaminhar a convocação da Assembléia de eleição dos delegados ao 7º Congresso, a Fenafar deverá fazê-lo, observando os critérios do Regulamento Eleitoral.

4. Onde o sindicato não é filiado ou onde não exista organização sindical no Estado, a Fenafar poderá convocar assembléia, via edital e outra forma de divulgação impressa ou mensagem eletrônica, elegendo até 5(cinco) observadores, que participarão do Congresso com direito a voz e sem direito a voto.

5. Os sindicatos devem enviar à Fenafar até o dia 15 de julho de 2012, cópias dos documentos do processo de eleição dos delegados;

Da eleição dos delegados nas assembléias:

Os candidatos à delegados para serem eleitos deverão:

1. Ser sindicalizados e estarem em dia com a tesouraria do sindicato.

2. Participar obrigatoriamente das Assembléias que discutirão os temas do 7º Congresso e inscrever-se como candidato a delegado.

3. A assembléia elegerá os delegados através de voto secreto ou aberto ou outro critério adotado pelo sindicato;

4. Serão considerados eleitos os candidatos mais votados, em ordem decrescente, até que se complete o número de delegados titulares e de delegados suplentes a que a entidade tem direito;

Dos Suplentes:

O número de suplentes deverá ser de 20% do total de delegados eleitos.

1. Os suplentes deverão seguir os mesmos critérios da eleição dos delegados;

2. Os suplentes participarão do congresso na qualidade de observadores.

Do número de delegados:

O número de delegados eleitos deverá ser proporcional ao número de farmacêuticos inscritos na base, tendo como critério o seguinte método:

1. Para a primeira fração de até 100 farmacêuticos inscritos na base serão eleitos 7 (sete) delegados.

2. Para cada fração posterior de até 1000 farmacêuticos na base será eleito mais 1 (um) delegado.

3. Será utilizado como número oficial de farmacêutico inscrito na base os dados do último censo realizado pelo CFF.

Dos documentos necessários para credenciamento dos delegados:

Para credenciamento dos delegados e suplentes são necessários os seguintes documentos, conforme modelos padronizados.

1. Cópia do Edital de Convocação da Assembléia, para discussão dos temas e eleição dos delegados

2. Ata da Assembléia de eleição de delegados;

3. Lista dos nomes dos participantes da assembléia, com a respectiva assinatura e número do CRF;

4. Lista dos delegados e suplentes eleitos;

5. Ficha de Inscrição devidamente preenchida.

Da regularidade junto a tesouraria da Fenafar:

1. A efetivação do credenciamento da delegação estará condicionada à apresentação pelo respectivo sindicato, de declaração de regularidade expedida pela tesouraria da Fenafar;

2. Os sindicatos deverão regularizar sua situação financeira junto à tesouraria da Fenafar até dia 9 de julho de 2012, 30 dias antes da data de realização do 7º Congresso.

Da participação da diretoria da Fenafar:

1. Os(as) diretores(as) da Fenafar serão observadores(as) natos;

2. Os Diretores da Fenafar poderão ser delegados(as), desde que sejam eleitos na base do seu estado.

Da escolha dos Observadores nos estados onde não há sindicatos filiados à Fenafar:

Para ser credenciado como observador o farmacêutico deverá:

1. Participar obrigatoriamente das assembléias convocadas pela Fenafar, as quais discutirão os temas ao 7º Congresso;

2. Será considerado como observador sempre o mais votado, em ordem decrescente, até que se complete o número de cinco observadores.

Da participação dos convidados:

A diretoria da Fenafar definirá sobre a participação de convidados, os quais terão direito a voz e sem direito a voto.

Da taxa de inscrição:

R$ 750,00 Inclui:

4 (quatro) pernoites com café da manhã

3 (tres) almoços e jantares

Lanches e coquetel de abertura

Translado (Aeroporto/local Congresso/Aeroporto

Material Promocional

Da redação 

Sábado, 12 Dezembro 2015 20:21

Identidade Visual do 6º Congresso

logofinal

Baixe aqui a logomarca do 6º Congresso da Fenafar

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capatese

Baixe aqui o cartaz do 6º Congresso da Fenafar

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Sábado, 12 Dezembro 2015 20:20

Diretoria da Fenafar convoca 6º Congresso

Nos dias 04 e 05 de abril, na cidade de João Pessoa, na Paraíba, a diretoria da Federação Nacional dos Farmacêuticos se reuniu para convocar o 6º Congresso da entidade e o 2º Simpósio Nacional de Assistência Farmacêutica, que acontecerão paralelamente entre os dias 13 e 15 de agosto em Salvador, na Bahia.


capateseO Congresso acontece no momento em que a Fenafar completa 35 anos de luta em defesa do farmacêutico, de uma política nacional de Assistência Farmacêutica e pela universalização do atendimento à saúde. Reafirmar o compromisso da Fenafar com essas lutas e impulsionar a organização da categoria para alcançar conquistas efetivas estão entre os objetivos do Congresso.

Entre os temas que serão abordados nos debates do Congresso, cuja etapa nacional será precedida de discussões em todo o país, estão as questões relacionadas à situação política e econômica nacional e internacional, debate que terá como pano de fundo a crise econômica mundial em curso.

Diretoria discute a crise
Na reunião da diretoria a discussão da crise teve centralidade. Os diretores ressaltaram a importância da participação da Fenafar, dos sindicatos e de toda a categoria nas lutas para impedir que os impactos dessa crise - que é uma crise do sistema capitalista gestada pelo capital especulativo - não seja paga com a retirada de direitos dos trabalhadores, com o desemprego em massa e com o empobrecimento ainda maior do povo brasileiro. "Esta não é uma crise momentânea, mas do sistema, e as teses que a Fenafar vem apresentando nos seus últimos congressos mostra um acerto para a condução do enfretamento destas crises e destes sistema", salientou Marco Aurélio, tesoureiro da Fenafar.

A crise e o mercado farmacêutico
Durante a reunião, também foi abordado o impacto da crise econômica mundial sobre os insumos, medicamentos, e as negociações trabalhistas. A avaliação é que no caso dos trabalhadores farmacêuticos esse reflexo deverá ser melhor medido a partir de abril, quando a categoria entre no processo de negociação de sua data-base. Também foi salientado que a indústria de fármacos é uma das mais rentáveis do mundo não havendo ainda dados concretos de perdas significativas no setor. Há alguns segmentos da indústria e do varejo farmacêutico que têm uma rentabilidade de 90 a 100% de lucro.

Acompanhe passo-a-passo o 6º Congresso
Todas as informações referentes aos 6º Congresso da Fenafar e ao 2º Simpósio Nacional de Assistência Farmacêutica serão divulgadas pelo site da Fenafar. As logomarcas e o cartaz já estão disponívies para download, dessa forma os sindicatos e outras entidades já podem começar a ampla divulgação dessa importante atividade para toda a categoria.

Também serão disponibilizados no site o Caderno de Debates do Congresso, que irá subsdiar os debates nos locais. Um mecanismo de consulta on-line para o envio de emendas ao Caderno será oferecido aos farmacêuticos. O objetivo da diretoria da Fenafar é ampliar o máximo possível a participação da categoria, de forma democrática e transparente.

Veja, abaixo, a programação do 6º Congresso da Fenafar e do 2º Simpósio Nacional de Assistência Farmacêutica

13/08/2009 – Quinta-Feira
8h30 – Abertura dos trabalhos e composição da 1ª mesa do simpósio

9h às 12h – Avanços e Desafios da Assistência Farmacêutica no Brasil             
Tópicos a serem abordados: Qualificação; NASF e Vigilância Sanitária.

13h às 15h – 1º Tema do Congresso Situação Política Nacional e Internacional 
Tópicos a serem abordados – avaliação política do governo nos últimos anos (após 5º congresso, desenvolvimento, soberania, integração latino americano, crise internacional)

15h30 às 19h30 - Mundo do trabalho farmacêutico e organização sindical : atualidades e perspectivas 
Tópicos a serem abordados: formação do farmacêutico generalista; inserção do profissional no mercado de trabalho; novos postos de trabalho; condições sanitárias de trabalho, mercado de trabalho, negociação sindical dos farmacêuticos.

20h30 – Abertura oficial do 2º Simpósio Nacional de Assistência Farmacêutica

14/08/2009 – Sexta-Feira
9h às 12h – Saúde: quem paga a conta? 
Tópicos a serem abordados: políticas públicas e privadas; judicialização; acesso e uso racional, farmácia estabelecimento de saúde; política de assistência farmacêutica, vigilância sanitária e farmacovigilância.

13h às 16h – Os impactos da Inovação tecnológica nas Políticas de Saúde e Assistência farmacêutica
Tópicos a serem abordados: produção de fármacos, acesso a medicamentos e patentes.

16h30 – Grupos de Discussão do 6º Congresso da Fenafar

19h30 – Encerramento dos Trabalhos dos grupos

15/08/2009 – Sábado 
9h às 17h – Plenária Final do 6º Congresso da Fenafar

Programação do 6° Congresso da Fenafar, 2º Simpósio Nacional de Assistência Farmacêutica e 2º Encontro de Farmacêuticos no Controle Social

13/08/2009 – Quinta-Feira
8h30 – Abertura dos trabalhos e composição da 1ª mesa do simpósio



Gilda Almeida de Souza – Presidente da Escola Nacional dos Farmacêuticos
Célia Chaves – Presidente da Fenafar

9h às 12h – Avanços e Desafios da Assistência Farmacêutica no Brasil

Tópicos a serem abordados: Qualificação; NASF e Vigilância Sanitária.

Debatedores convidados:
Dirceu Raposo – Presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa.
José Miguel do Nascimento Júnior – Diretor do Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde.
Gisélia Santana Souza – Superintendente de Assistência Farmacêutica, Ciência e Tecnologia em Saúde da Secretaria Estadual de Saúde da Bahia ( Sesab).
Célia Machado Gervásio Chaves – Presidente da Federação Nacional dos Farmacêuticos.
Rilke Novato Públio – Secretário Geral da Escola Nacional dos Farmacêuticos (mediador).

13h às 15h – Integração da América Latina  e Desenvolvimento Nacional: os desafios do Brasil diante da crise 

Tópicos a serem abordados – avaliação política do governo nos últimos anos (após 5º congresso, desenvolvimento, soberania,  integração latino americano, crise internacional)

Debatedores Convidados:
Alice Portugal – Deputada Federal – Presidente da Frente Parlamentar de Assistência Farmacêutica.
Gerson Luiz de Almeida Silva – Assessor Especial do Ministro -Chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, sr. Luiz Soares Dulce
Gilda Almeida de Souza – Diretoria de Relações Internacionais da Fenafar (mediadora)

15h30 às 19h30 - Mundo do trabalho farmacêutico e organização sindical : atualidades e perspectivas

Tópicos a serem abordados: formação do farmacêutico generalista; inserção do profissional no mercado de trabalho; novos postos de trabalho; condições sanitárias de trabalho, mercado de trabalho, negociação sindical dos farmacêuticos.

Debatedores convidados:
*Artur Henrique - Presidente Nacional da CUT.
Nilton Vasconcelos - Secretario Estadual de Trabalho, Emprego, Renda e Esporte da Bahia
Maria Helena Braga – Presidente da Associação Brasileira de Ensino Farmacêutico – Abenfar.
Nilce Barbosa – Presidente do Grupo Racine
Marco Aurélio Pereira – Diretor da Escola Nacional dos Farmacêuticos.
Eliane Simões – Presidente do Sindicato dos Farmacêuticos da Bahia (mediadora).

20h30 – Abertura oficial do 6º Congresso da Fenafar, 2º Simpósio Nacional de Assistência Farmacêutica e 2º Encontro Nacional de Farmacêuticos no Controle Social

14/08/2009 – Sexta-Feira
8h às 9h - Apresentação da Política Estadual de Assistência Farmacêutica e o Plano de Implantação da Fitoterapia no SUS no Estado da Bahia

9h às 12h – Saúde: quem paga a conta? O papel do controle social e da Gestão Participativa
Tópicos a serem abordados: políticas públicas e privadas; judicialização; acesso e uso racional, farmácia estabelecimento de saúde; política de assistência farmacêutica, controle social, vigilância sanitária e farmacovigilância.

Debatedores convidados:
Francisco Batista Júnior – Presidente do Conselho Nacional de Saúde
Jussara Cony – Diretora superintendente do Grupo Hospitalar Conceição – Porto Alegre – Rio Grande do Sul.
Gonzalo Vecina Neto – Superintendente Corporativo do Hospital Sírio Libanês e Ex-Presidente da Anvisa.
Dirceu Aparecido Barbano – Diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa.
Ronald Ferreira dos Santos – Diretor de Educação da Escola Nacional dos Farmacêuticos (mediador)

13h às 15h45 – Os impactos da Inovação tecnológica nas Políticas de Saúde e Assistência farmacêutica

Tópicos a serem abordados: produção de fármacos, acesso a medicamentos e patentes.

Debatedores Convidados:
*Paulo Gadelha – Presidente da Fundação Osvaldo Cruz.
Gabriela Chaves – Farmacêutica da Campanha de Acesso a Medicamentos Essenciais dos Médicos Sem Fronteiras.
*Carlos Alexandre Geyer – Presidente da Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Nacionais – Alanac.
Norberto Rech – Diretor Adjunto da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
José Liporage – Presidente da Associação Brasileira dos Farmacêuticos – ABF.
 16h – Grupos de Discussão

15/08/2009 – Sábado
9h às 17h – Plenária Final do 6º Congresso da Fenafar

Coordenadores da Mesa
Célia Chaves – Presidente da Fenafar
Maria Maruza – Secretária Geral da Fenafar
Rilke Públio – Primeiro Vice Presidente da Fenafar
Eliane Simões – Presidente do Sindicato dos Farmacêuticos no estado da BA


* Convidados a Confirmar

Com o objetivo de envolver o maior número possível de profissionais e estudantes de farmácia nos debates do 6º Congresso da Fenafar, a diretoria da entidade disponibiliza aqui a íntegra do Caderno de Debates que subsidia as discussões do Congresso.


 

capateseNo Caderno de Debates os temas abordados são: o Balanço da Diretoria da Fenafar – gestão 2006-2009; um documento com a análise da situação política nacional e internacional intitulado Integração da América Latina e Desenvolvimento Nacional: Os desafios do Brasil diante da crise; um texto sobre os organização sindical faz um raio X do movimento sindical no Brasil e as relações de trabalho na profissão farmacêutica. Por fim, um documento sobre a Assistência Farmacêutica no Brasil: Avanços, Desafios e Perspectivas. Clique aqui para acessar a íntegra do Caderno de Debates.

Para participar do congresso da Fenafar procure o sindicato em seu estado e informe-se sobre a data da realização da Assembleia que vai discutir os temas e eleger os representantes para a etapa nacional do Congresso, que vai acontecer na cidade de Salvador entre os dias 13 e 15 de agosto. Essas informações também poderão ser obtidas aqui na página da Fenafar.

Para criar um canal direto de debate, a Fenafar também vai disponibilizar um Fórum de Debates online para o envio de sugestões e propostas ao Congresso. Em breve o Fórum estará disponível para acesso com todos os critérios de participação.

Há pouco mais de um mês da realização do 6º Congresso da Fenafar, os preparativos e a mobilização para debater as questões relativas aos desafios da Assistência Farmacêutica, à valorização da profissão e também à situação do Brasil e do mundo diante da crise econômica internacional estão em pleno vapor. Leia entrevista com a presidente da Fenafar, Célia Chaves, que fala um pouco destes e de outros temas que serão debatidos no Congresso da Federação.


 

0911Estamos nos aproximando do final de mais uma gestão da Fenafar. Nestes três anos, o que você destacaria da atuação da entidade?
Célia – Houve a continuidade de várias ações que já vinham sendo desenvolvidas pelas gestões anteriores e surgiram, também, novas demandas. Temos as questões relativas à organização dos trabalhadores, da estruturação dos sindicatos. Já há algum tempo estão em curso tentativas de mudanças na estrutura sindical e dos direitos trabalhistas. Coube-nos acompanhar a luta em defesa desses direitos que foram conquistados na Constituição. Essa é uma luta permanente da nossa Federação ao lado das outras entidades sindicais dos trabalhadores. Uma outra questão ligada à área profissional e que vem de várias gestões da Federação, desde a década de 90, foi a luta pela aprovação do PL 4385/94, o substitutivo do deputado Ivan Valente. Essa luta nos envolveu bastante com realização de muitas atividades, absorvendo muito da nossa energia e dos sindicatos, visando transformar a farmácia num estabelecimento de saúde. No Congresso que deu início a esta gestão, relançamos com força a campanha Farmácia Estabelecimento de Saúde e estamos encerrando nosso mandato com a perspectiva de ver esse projeto votado depois de praticamente 15 anos de tramitação no Congresso Nacional. Essa foi outra grande luta que realizamos em torno da questão da Assistência Farmacêutica e da Saúde Pública. Houve, também, a questão da organização da Federação e dos sindicatos. Nessa gestão nós realizamos um seminário de planejamento estratégico, onde tiramos prioridades e a marca da gestão, definida pelo conjunto dos sindicatos presentes. A marca aprovada foi o fortalecimento dos sindicatos, que contribui para o próprio fortalecimento da Federação. Nós realizamos uma série de cursos de formação sindical, procurando justamente dar um suporte, dar condições para que os sindicatos consigam se desenvolver mais, ter uma organização melhor e atingir a categoria, trazendo-a para participar do sindicato. Participamos, também, das lutas mais gerais envolvendo as questões políticas e econômicas que acabam influenciando tanto na vida dos trabalhadores. E outra questão que atinge diretamente o nosso fazer farmacêutico, foi a luta contra as patentes pipeline, uma forma perversa de aplicação das patentes no Brasil que dificultou muito o acesso da população aos medicamentos, principalmente aqueles considerados essenciais para doenças como aids e câncer. Nós também estamos com a expectativa de terminar este mandato tendo êxito no nosso pleito de considerar essas patentes inconstitucionais, já que o tema está em tramitação no Supremo Tribunal Federal e, com isso, reverter todo um processo que sem dúvida foi muito nefasto para a Assistência Farmacêutica e para o acesso aos medicamentos. Essas foram lutas que tiveram uma repercussão grande não só para a categoria, mas para a sociedade em geral.

Você fez um panorama que mostra como é ampla a atuação política da Fenafar. O congresso é um espaço privilegiado para a realização dos debates sobre esses temas. Quais os assuntos em debate no congresso devem polarizar a discussão?
Célia - Na questão política mais geral, sem sombra de dúvida será a situação que vivemos hoje no mundo, de crise econômica gerada pelo capitalista, que tem repercussão também no Brasil. Sentimos isso em nosso dia-a-dia como e, na nossa profissão, sentimos o impacto da crise porque lidamos com produtos que sofrem muito com a incidência das questões econômicas. Também há o debate dos impactos da crise sobre o emprego dos trabalhadores brasileiros e, mais particularmente, dos farmacêuticos. Ai, aparecem as preocupações com as questões envolvendo as negociações salariais, a ameaça de não haver aumentos em função da crise, de termos mais dificuldade de lutar por reajustes adequados. Essa é uma situação para a qual nós temos que nos preparar, ou seja, como enfrentarmos um ambiente que talvez não seja tão favorável. Nas questões mais relativas à organização sindical, será importante a discussão do fortalecimento dos sindicatos para enfrentar esse cenário mais adverso. Temos alguns sindicatos que necessitam de mais estruturação, do ponto de vista organizativo e também de sua mobilização, que precisam ampliar as filiações e a participação da categoria para conseguir ter força para enfrentar tudo isso. Essa é uma preocupação permanente nossa. Na questão da Assistência Farmacêutica, se até o congresso nós não tivermos aprovado o substitutivo do deputado Ivan Valente e ter uma lei que garanta o caráter da farmácia estabelecimento de saúde, essa com certeza será uma luta que teremos que manter, porque estamos próximos de ter uma conquista. Se o projeto for aprovado, inicia-se uma nova etapa dessa luta que é transformar a lei aprovada em realidade para garantir sua aplicação. Um outro aspecto que precisa ser posto em novo patamar é o desafio de qualificar a presença do farmacêutico na farmácia. Nossas ações devem se concentrar na qualificação desse profissional. E nisso vamos ter uma participação muito importante da nossa Escola dos Farmacêuticos, que está se fortalecendo e realizará junto com o nosso congresso o 2º Simpósio Nacional de Assistência Farmacêutica. A partir de agora temos que empreender muitos esforços nesse sentido. Devemos realizar, junto com outras entidades, um grande número de atividades de qualificação do profissional para atuar nos pontos de dispensação de medicamentos – tanto as farmácias privadas como também no setor público –, onde estamos ampliando a presença do farmacêutico e avançando na compreensão de que somos um profissional essencial nesse processo. No meu entender esse é um dos nossos grandes desafios.

Nós defendemos propostas no âmbito da Assistência Farmacêutica que atingem diretamente a sociedade. Defendemos mudar a forma como a farmácia se organiza, defendemos novas regras para a propaganda de medicamentos. Como se dá a sensibilização da sociedade para esses temas?
Célia - Em relação à propaganda é uma luta bastante difícil, porque ela é muito assimétrica, ou seja, se compararmos o poder da indústria na veiculação de propaganda e o bombardeio que elas realizam, com o nosso espaço para colocar a nossa opinião de que existe uma outra verdade sobre a questão do medicamento, realmente é uma luta muito difícil. Temos muita dificuldade de fazer uma contra-propaganda, digamos assim. Mas acho que temos avançado muito em fazer a população entender essas questões. O processo das Conferências de Saúde, a Conferência de Assistência Farmacêutica, em 2003, e toda a nossa participação no controle social, nos conselhos de saúde e em todas as instâncias – porque onde houver uma instância discutindo saúde e assistência farmacêutica, a Federação está lá dando o seu recado e procurando através daquelas lideranças atingir uma parcela da população. Outra forma de atingir a população é através do nosso próprio trabalho. Por isso, o profissional que hoje está na farmácia prestando uma assistência de qualidade, não só apenas vendendo e empurrando o medicamento para o paciente, mas oferecendo uma orientação adequada, está começando a fazer a diferença. As pessoas estão se dando conta de que é muito melhor ter essa orientação e procurar os locais onde hajam profissionais capacitados do que simplesmente ir num lugar mais barato, mais próximo de casa, de mais fácil acesso. Eu tenho percebido isso por relatos de colegas, que me dizem que mudaram de farmácia e os clientes estão indo atrás deles. Essa pode ser uma mudança pequena, mas é parte de um processo longo de trabalho. Não é algo massivo como a propaganda que atinge milhões de pessoas, é um trabalho mais de formiguinha, mas tem sortido efeito.

Como é a mobilização da categoria para as discussões do congresso?
Célia - Basicamente de duas formas. Através da realização das assembléias que obrigatoriamente tem que acontecer para discutir os documentos base do congresso e elegerem os delegados. Esse é um processo que ocorre até por uma exigência legal. Os estatutos e regulamentos de realização do congresso preveem essas formas. Os delegados de cada estado onde nós temos sindicatos filiados e também os observadores que participam representando os Estados onde não temos sindicatos filiados têm que necessariamente passar por essas assembléias. A outra forma que estamos inaugurando é um fórum de discussão para os profissionais que queiram contribuir mesmo que não tenham conseguido participar do processo das assembléias. Ou seja, os que queiram dar sugestões e enriquecer os debates. Nós vamos inaugurar nesse congresso essa possibilidade de uma participação maior. Os documentos estão sendo enviados para os farmacêuticos e para outras instâncias. O debate não tem se restringido apenas as assembléias para eleger os delegados. Há estados que estão aproveitando outras atividades para fazer o debate.

A Presidente do Sindicato dos Farmacêuticos do Estado da Bahia, fala ao portal da Fenafar sobre a importância da realização do 6º Congresso em Salvador, e de como os reflexos dos debates que serão realizados podem impactar positivamente na organização dos farmacêuticos baianos.


elianesimoesbapeqPela primeira vez o Congresso da Fenafar será realizado na Bahia. Quais os reflexos que isso pode trazer para o nosso Sindicato e para a luta dos farmacêuticos do nosso estado? 
Receber um evento como este vai trazer a informação, o debate e a discussão para mais perto dos profissionais farmacêuticos baianos. Traz a oportunidade de uma maior participação e interação das questões referentes ao seu cotidiano. Acreditamos que esta participação trará para todos nós um maior envolvimento nas lutas abraçadas, fará com que os momentos de luta sejam ampliados e construídos conjuntamente.  

Quanto à participação e à mobilização da categoria, quais as expectativas do Sindicato para o congresso e o simpósio? 
Acreditamos que no momento atual, em que o profissional farmacêutico tem o seu papel mais evidenciado, o mesmo sinta-se motivado à mobilização e à participação, tornando-as  expressivas e determinantes na contribuição dos debates e formulação de propostas que possam colaborar para o crescimento da categoria.

Quais são os principais desafios que o Sindifarma tem enfrentado? Quais são as principais demandas da classe?  
Um dos principais desafios é recuperar a capacidade de mobilização na busca pela organização da classe trabalhadora farmacêutica, fazendo-a partícipe das lutas sindicais. Em relação às demandas, são varias. Fazer da farmácia um estabelecimento de saúde, qualificar a assistência farmacêutica prestada à população e a saúde do trabalhador, estão entre as principais. Há também o problema das condições de trabalho. Atualmente, tem nos preocupado muito a fragilidade dos vínculos laborais, dos contratos precários e dos vínculos temporários, que suprimem os direitos trabalhistas. Os trabalhadores vivem inquietações constantes, por conta das distorções que se processam no mundo do trabalho. 

E como atendê-las? Como se dão as lutas do sindicato?
As dificuldades para atender as demandas surgem a partir do momento em que os trabalhadores não atendem as convocações para participar das assembleias e, também, pela ausência de canais de negociação. Faltam espaços democratizadores das relações trabalhistas, para que as reivindicações dos trabalhadores sejam discutidas. A dificuldade de constituir mesas de negociação acontece nas esferas públicas, estadual e municipal, e ainda nas negociações coletivas de trabalho com o setor privado, pois alguns patronais não contribuem para instituição de um processo regular de negociação. Mas continuamos em busca e novas conquistas e lutando para manter as que alcançamos no passado.

 
 
 
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